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Harmonização facial: o que é?

O que é harmonização facial?

Harmonização facial: o que dá errado?

Vamos falar mais um pouco sobre a harmonização facial.

Nós temos visto na rua, e eu recebendo em clínica, casos estranhos, rostos que causam estranheza, tanto homens quanto mulheres que passaram pelo processo de harmonização, mas, na verdade, estão desarmonizados.

Por que isso acontece?

Pode ser excesso de produto, produto colocado no lugar errado, tipo de produto e não específico para o local de aplicação.

Com o envelhecimento o rosto vai cedendo, é como se soltasse. Nós temos alteração de estruturas tanto musculares quando de pele.

É como se você fosse reformar uma casa, pode ser uma casa de 50 anos, é uma casa de boa qualidade, é uma casa bem cuidada, mas não se inicia uma reforma com a pintura e a decoração. Essa analogia facilita um pouco o entendimento.

A solução não é você chegar e fazer uma toxina botulínica em uma ruguinha, nem fazer uma linha de preenchimento naquela que te incomoda.

O ideal é, se você tiver disponibilidade, fazer um planejamento de estruturação facial, isso que realmente harmoniza.

Nós temos o envelhecimento ósseo, da mesma maneira que temos absorção óssea corporal com a idade, nós temos uma absorção do osso no rosto também e existem alguns cuidados específicos para isso.

Em seguida vem a musculatura. É como se ela fosse um colchão e a pele um lençol.

A musculatura vai sofrendo com a flacidez, com uma pedra de tônus com o decorrer da vida e existe tecnologia para que essa musculatura fique mais firme. Você está estruturando, cuidando da saúde da pele.

Em seguida vem a pele, como se fosse um lençol de 3 camadas (epiderme, derme e hipoderme).

Na epiderme a gente vai cuidar do poro, textura, viço, mancha. Derme: colágeno. Hipoderme: gordura.

Onde normalmente se aplica a toxina botulínica?

Onde a gente tem excesso de contração da musculatura. Onde a gente precisa firmar a musculatura a tecnologia é outra.

Preenchimentos na harmonização facial

A primeira estrutura que desaba é a do malar zigomático. Essa parte nós chamamos na dermatologia de estruturação e tem inúmeras técnicas para isso.

Essa estruturação do terço médio facial ela é principal e muito importante no processo de envelhecimento, é a partir daí que vão se formando sulcos e as estruturas que vão desabando.

Uma das técnicas mais empregadas na dermatologia para isso é o MD Codes, ou seja, códigos médicos.

É uma técnica criada pelo cirurgião plástico brasileiro Mauricio de Maio, com a qual ele modificou toda a parte de preenchimento e harmonização.

Ele codificou os pontos que estruturam o rosto, então a partir dos códigos de sustentação facial nós analisamos uma pele e planejarmos quais pontos trabalhar de acordo com cada pessoa.

O que tem dado errado?

O que tem acontecido nestas situações de preenchimentos que a gente vê que geram estranheza (e tudo que gera estranheza significa que não está harmônico)?

A primeira situação é: preenchimento tem o seu produto específico e existe uma situação que chama reologia, é a densidade do produto.

O produto que se coloca nessa região malar zigomática não é o mesmo, não é da mesma densidade daquele que se coloca numa olheira, no lábio, no mento.

Para cada ponto dos códigos faciais existe um tipo de ácido hialurônico específico.

Tudo é ácido hialurônico, mas existem densidades diferentes, que nós chamamos de reologia.

Outra situação é a camada, uns são feitos mais profundos, outros mais superficiais, para outros refinamento.

Parece fácil, de um modo geral, mas existe muito estudo, muita pesquisa e muito acompanhamento dessas técnicas.

Para você que tem interesse em harmonização facial, a minha orientação é que você tenha muito cuidado, procure um profissional habilitado, pesquise e saiba que é um procedimento que não é tão simples. Existe muito estudo, muita técnica e o olhar médico para que não tenha uma artificialização.

Nem sempre o que o paciente quer é o ideal para o rosto daquela pessoa.

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